
Liping Chao acaba de chegar a Seul. Olhando pela janela do seu táxi, ele observa os famosos arranha-céus da capital sul-coreana.
Mas, em vez de ir passear na Torre Namsan ou visitar as famosas lojas do bairro de Myeongdong, Chao segue para o distrito de Mapo, até o Centro Médico Medione.
Na espaçosa e asséptica sala de espera, ele observa mais rostos estrangeiros do que coreanos.
Chao se troca no vestiário e guarda seus pertences. Uma enfermeira traz a sua ficha e o leva para o primeiro exame. Não se tratava de uma emergência médica. Tudo aquilo era um dos pontos do seu roteiro de viagem.