Até por volta de 17h, 51 cidades de 19 estados e do Distrito Federal haviam tido protestos pacíficos.
Cidades brasileiras registraram, desde a manhã desta terça-feira (13), atos em defesa da educação e contra a reforma da Previdência. Até por volta de 17h, 51 cidades de 19 estados e do Distrito Federal haviam tido protestos pacíficos.
Desde o início do ano, quando o governo do presidente Jair Bolsonaro anunciou cortes na área, esta é a terceira mobilização nacional pela educação. A primeira foi em 15 de maio e ocorreu em ao menos 222 cidades de todos os estados e do DF. A segunda ocorreu em 30 de maio, em pelo menos 136 cidades de 25 estados e do DF.
Os protestos desta terça-feira foram convocados por entidades estudantis, como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes). Em algumas cidades, os manifestantes também criticavam a reforma da Previdência.
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No DF, manifestantes fecharam três faixas da Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB) com pneus em chamas, o que causou engarrafamento antes das 7h.
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Em Piracicaba, no interior do estado de São Paulo, um grupo de estudantes da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP) realizou uma passeata pelas ruas da cidade. Em São Carlos, estudantes da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) saíram em passeata com faixas e cartazes.
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Estudantes de universidades públicas promoveram ato contra os cortes na educação e a reforma da Previdência em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, durante a tarde desta terça. O ato também conta com sindicalistas.
A concentração foi marcada nos campus da Universidade Estadual Norte Fluminense (Uenf), Universidade Federal Fluminense (UFF) e Instituto Federal Fluminense (IFF). O ato começou por volta das 15h. Estudantes caminhraam em direção ao Pelourinho, no Centro.
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No Centro de Salvador, professores, estudantes, centrais sindicais e sociedade civil organizada realizaram ato nesta manhã. A concentração começou por volta das 9h no Largo do Campo Grande e seguiu em direção à praça Castro Alves. Também houve ato em Feira de Santana, a cerca de 100 quilômetros da capital.
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No Ceará, já de manhã havia protestos em Fortaleza e em cidades do interior. Na capital, manifestantes se concentraram desde as 8h em frente à Praça da Gentilândia, no Bairro Benfica, com faixas e carro de som para dizer palavras de ordem contra o o governo federal. No ato, também houve manifestações contra a reforma da Previdência. Também houve atos nas cidades de Cascavel, na Região Metropolitana, e em Sobral e Iguatu, no interior do estado.
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Em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, o ato começou por volta das 9h contra os cortes de verbas para a educação e a reforma da Previdência. Professores, alunos e representantes de partidos e associações participaram do movimento.
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No Centro de Teresina, nesta manhã havia três protestos contra a proposta de reforma da Previdência e contra os cortes do governo federal em áreas como saúde e educação.
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Em Maceió, estudantes, professores e servidores públicos participam do ato nacional pela educação e contra a reforma da Previdência. A manifestação começou em frente ao principal complexo educacional de Alagoas, o Cepa.
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Em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, estudantes e servidores da universidade federal do município (UFSM) participaram de ato em frente ao arco que dá acesso ao campus. Também houve mobilização de estudantes e professores da rede estadual de ensino.
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Na Paraíba, diferentes categorias se reuniram em pontos da Campina Grande, no interior, para sair em caminhada e se encontrarem na Praça da Bandeira, no Centro da cidade.
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No Amapá, uma aula pública marcou o início da manifestação de professores, estudantes e técnicos da Universidade Federal do Amapá (Unifap) contra cortes na Educação. O grupo se reuniu na entrada da instituição e bloqueou a passagem de veículos.
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Em Mato Grosso, manifestantes fizeram protestos em Rondonópolis, a 218 quilômetros de Cuiabá. Os participantes levaram faixas e utilizam um carro de som para dizer palavras de ordem contra o governo federal.
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Em Mato Grosso do Sul, houve atos em ao menos quatro cidades. Em Campo Grande, Três Lagoas e Dourados, a concentração dos manifestantes começou por volta das 8h (horário local de MS). Depois, os grupos fizeram caminhadas pela área central das respectivas cidades. Também houve ato em Nova Andradina.

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Sindicalistas de Divinópolis se reuniram na manhã desta terça para fazer panfletagem contra a reforma da Previdência e cortes de verba na educação.
Em Belo Horizonte, no início da tarde, trabalhadores da educação e centrais sindicais se reuniram na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
Em Juiz de Fora, estudantes e professores se reuniram na Praça Cívica da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). A manifestação foi intitulada como Tsunami da Educação.
Em Uberlândia, manifestantes marcaram a concentração para a Praça Tubal Vilela, no Centro da cidade.
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Em Sergipe, professores e estudantes paralisaram as atividades. Desde a madrugada, os portões da Universidade Federal de Sergipe (UFS), em São Cristóvão, foram fechados e as atividades, suspensas. Professores e servidores de todos os campi do Instituto Federal de Sergipe (IFS) também decidiram paralisar nesta terça-feira e as aulas não serão realizadas, de acordo com o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe).
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No Pará, manifestantes se concentraram desde às 8h na Praça da República, em Belém, com faixas e cartazes. As instituições públicas de ensino superior UFPA e UFRA paralisaram as atividades. Na cidade de Marabá, no sudeste do estado, professores e estudantes se concentraram por volta de 8h no Polo I da instituição e saíram por volta de 9h em caminhada pelas principais ruas no centro.
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Estudantes de universidades públicas e privadas, além de trabalhadores, protestaram em Joinville, no norte do estado de Santa Catarina.
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No Paraná, estudantes, professores e funcionários da área da educação em Cascavel, no oeste do estado, se reuniram nesta manhã em frente à Catedral Nossa Senhora Aparecida para protestar principalmente contra os cortes de verbas federais e estaduais da educação e a reforma da Previdência.
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Em Natal, professores, estudantes, centrais sindicais e sociedade civil organizaram uma manifestação à tarde, no bairro Tirol Zona Leste da capital do estado, contra bloqueios de recursos na educação e contra a reforma da Previdência.
Pela manhã, um grupo de manifestantes já havia feito um ato em Mossoró, na região Oeste potiguar.
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Estudantes, servidores públicos e sindicalistas protestaram em Goiânia contra a reforma da Previdência e em defesa da Educação. O ato aconteceu na Praça Universitária e conta com apresentações culturais, como uma roda de samba.
A organização do movimento é do Fórum Goiano Contra a Reforma da Previdência, composto por centrais sindicais, como CUT, CTB, UGT, Intersindical e Força sindical, além de sindicatos, entre eles o Sintego e o Sindsaúde. Também estão presentes representante da União Nacional do estudantes (UNE) e da União Estadual dos Estudantes (UEE) e de movimentos populares.
Fonte: Portal G1